Sempre que trocarem e-mails à respeito do A Dança Se Move encaminhem também para adancasemove@gmail.com
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sábado, 14 de janeiro de 2017

DEVOLUTIVA

O Movimento A Dança se Move se reuniu em convocação extraordinária, hoje, 14/01/17, no Centro de Referência da Dança da Cidade de São Paulo, para eleger os nomes a serem indicados para compor a banca da comissão julgadora da 22º edição do Fomento à Dança. Os nomes escolhidos foram Zé Maria Carvalho e Vanessa Macedo.

domingo, 22 de junho de 2014

Os rumos da antiga sede da Escola Municipal de Bailado em discussão:

A Cooperativa Paulista de Dança e o movimento A Dança Se Move realizaram no último sábado (07 de junho) a segunda reunião com a categoria, apresentando o projeto elaborado pela Cooperativa Paulista de Dança, objetivando a sua implantação pela Secretaria Municipal de Cultura utilizando as dependências da antiga sede da Escola Municipal de Bailado para a criação de primeiro CENTRO DE REFERÊNCIA DA DANÇA, para mais uma consulta pública. 

Tanto essa como a primeira reunião (31 de maio) ocorreram nas dependências da Funarte-SP e contou com a presença de dezesseis profissionais da área. Nesta reunião, inúmeras considerações, contribuições e apontamentos foram apresentados dentre as quais destacamos:

1. A importância deste projeto no sentido de preservar a memória artística, difundir conhecimentos técnicos e práticos, além de possibilitar um espaço de encontro para formação e desenvolvimento artístico e profissional de maneira gratuita e acessível à toda a população, independente da classe econômico-social.

2. A importância de se compor um Conselho Gestor que, junto com a Secretaria de Cultura decida e acompanhe os rumos deste projeto.

3. A necessidade de um orçamentário próprio que dê conta das urgências e demandas deste local para acolher as atividades que serão propostas.

4. A necessidade de buscar parcerias na iniciativa privada a fim de viabilizar as atividades de maior necessidades orçamentárias.

5. A necessidade fundamental de ter uma equipe de funcionários que dê conta da operacionalidade de todas essas atividades. Equipe que inicialmente deverá ser formada por: 1 Coordenador, 1 Secretário, 2 agentes de limpeza e manutenção, 2 agentes de segurança. Além disso, as condições básicas de funcionamento do local serem preservadas tais como: água, energia elétrica, internet, telefone, mobiliário, entre outras necessidades.

6. A realização, nesta primeira etapa de implantação do projeto (2º semestre/2014), de atividades pontuais tais como: oficinas, cessão de salas para ensaios, mostra do fomento, seminários e debates.

7. Na segunda etapa de implementação do projeto (a partir de 2015) configurar o espaço com um CENTRO DE REFERÊNCIA DA DANÇA NA CIDADE DE SÃO PAULO, como centro de excelência com todas as potencialidade, possibilidades e capacidade de receber as demandas da dança não apenas do município, mas do estado, do país e outros países.

Levando em conta as bases em que se estruturaram este projeto e as considerações advindas das duas consultas públicas, a Cooperativa Paulista de Dança em conjunto com o movimento A Dança Se Move cumprem a sua função cidadã e democrática no sentido de contribuir para o desenvolvimento da dança paulistana.

O projeto passará por uma redação final, e será entregue ao Secretário de Cultura, Juca Ferreira ainda nessa semana.

Agradecemos à todos que puderam contribuir com essa discussão, e, assim que tivermos algum posicionamento do Secretário de Cultura, agendaremos uma outra reunião com a categoria para tornar pública essa devolutiva.

Cooperativa Paulista de Dança e movimento A Dança Se Move

quinta-feira, 5 de junho de 2014

A DANÇA PAULISTANA EM PAUTA

Chamada para a próxima reunião:
Sábado, 7 de junho, Funarte SP - das 15h as 17h.

No último sábado, 31 de maio/FUNARTE-SP, artistas da dança entre coreógrafos, dançarinos, professores, produtores e antigos profissionais da dança/ professores que atuaram na Escola Municipal de Bailado, entre outros, num total de aproximadamente 40 pessoas, reuniram-se, à convite da Cooperativa Paulista de Dança e do movimento A Dança Se Move.

Pauta da reunião: a ocupação/invasão da antiga sede da Escola Municipal de Bailado e apresentação do Pré-Projeto elaborado pela Cooperativa Paulista de Dança inicialmente com a colaboração da Executiva do movimento A Dança Se Move.

Contamos com a presença de instituições representativas da dança, dentre os quais se destacam o Sindicato de Dança do Estado de São Paulo, além da presença do Presidente da Câmara dos Vereadores, Sr. José Américo, que elucidou inúmeras questões referentes à esta ocupação/invasão. Esclarecidas as questões, apresentou-se uma síntese do projeto - elaborado pela CPD e movimento ADSM - para consulta pública.

Inúmeras considerações, questionamentos e ponderações foram apresentadas pelos participantes, ressaltando o interesse da comunidade da dança neste assunto. Dessa forma, ficou combinado que no próximo sábado (07 de junho, Funarte SP, 15 horas) realizaremos mais um encontro, ainda com a finalidade de ainda apresentarmos o projeto para consulta pública acolhendo as considerações, contribuições, adequações que se fizerem necessárias.

As mesmas poderão ser enviadas para as respectivas páginas da Cooperativa Paulista de Dança e do movimento A Dança Se Move, pois dessa forma, entendemos que estaremos socializando informações, desejos e questionamentos.

Participem !

07 de junho, 15 horas, Funarte SP.


Contribuições, sugestões, questionamentos e ponderações:

https://www.facebook.com/coopdanca

https://www.facebook.com/ADancaSeMove


Abaixo segue link com áudio completo do encontro, registrado por uma das participantes do encontro, Talita Bretas:

https://soundcloud.com/talitabretas/z0000004

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

ENCONTRO COM SECRETÁRIO DE CULTURA

Na última quarta - feira (22 de agosto), a Cooperativa Paulista de Dança, Movimento Mobilização Dança e representantes da dança paulistana, se reuniram com o secretário de Cultura Juca Ferreira, Marisabel de Mello, Marcus Moreno e o presidente da Câmara dos Vereadores José Américo, para discutirem demandas de interesse da categoria:
 
1- A efetivação de uma emenda da lei de fomento à dança que aumenta a duração dos projetos para até 2 anos e o consequente aumento da verba.

2 - O apoio do secretário ao novo projeto de lei para a dança que contempla grupos ou artistas com mais de 15 anos de atividade em SP - Novos criadores - Difusão e Circulação de grupos para fora da cidade de São Paulo.

3 - Foi proposto um projeto de ocupação dos espaços ociosos da prefeitura pelos grupos de dança da cidade.

4 - Foi discutido os baixos valores de cachês oferecidos à dança, no Evento da Virada Cultural Paulistana.

5 - José Américo fez um pedido de desculpas aos presentes, se referindo ao episódio ocorrido recentemente, na escolha dos membros para o Conselho da Cidade. Daniel Kairoz foi apresentado ao secretário como o artista escolhido pela classe para ocupar uma cadeira do mesmo Conselho.

 

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Carta aos Artistas da Dança, por Daniel Kairoz

São Paulo em meio ao frio o sol consola o dia dezenove de agosto de dois mil e treze.
 
 
Caros artistas da dança,
 
falo em nome de Daniel Kairoz. Não falo por mim, mas pelo que represento.
 
Um desconhecido para a maioria de vocês. Um jovem coreógrafo para aqueles que já ouviram este nome. Um nome a se desconfiar para muitos. Um coreógrafo que transita e articula diferentes campos para aqueles que me conhecem minimamente.
 
Como sabem, em Assembléia fui votado para integrar e representar a dança no Conselho da Cidade de São Paulo e isso não foi uma vitória minha, mas uma conquista da dança.
 
Conquista da dedicação e do empenho dos movimentos A Dança Se Move, Mobilização Dança e da Cooperativa Paulista de Dança.
 
Conseguimos nos fazer ouvir. Construímos juntos um espaço de ação. E isso é só o começo.
 
E não só o começo, como também a continuidade. Há ao menos uma década, artistas da dança vem se mobilizando e se articulando para conseguir instaurar políticas públicas para a dança em São Paulo. Um bom exemplo é a Lei de Fomento à Dança, uma conquista dessas lutas, dessas mobilizações.
 
Após a ignorante (por ignorar-nos) e infeliz escolha da coreógrafa carioca Deborah Colker para ingressar no Conselho da Cidade, nos reunimos afim de juntos elaborarmos um posicionamento e consequentemente um gesto com relação a esta infeliz ignorância.
 
Decidimos por exigir uma cadeira no Conselho para alguém que fosse escolhido pelos próprios artistas da dança da cidade de São Paulo. Inicialmente três nomes foram escolhidos para sugerir ao atual prefeito, Fernando Haddad, a juntos integrarem o Conselho – Sandro Borelli, Sofia Cavalcanti e Daniel Kairoz. Talvez apenas estes três nomes justapostos pudessem representar a dança de alguma forma. Não por que cada um deles represente uma subcategoria dentro da categoria dança e juntos contemplassem categorias diversas, não por isso. Mas sim, pela impossível resolução e complexa articulação entre estes três nomes, entre três modos de pensar-fazer dança e política, não em uma unidade, mas em um complexo irresoluto em tensão que sustenta um campo potente de possíveis.
 
Nos chegou a notícia de que apenas uma cadeira nos seria concedida.
 
Aceitamos.
 
Não vi a votação como uma disputa, mas como um instrumento proto-democrático fácil para resolvermos um problema urgente: escolher apenas um dentre estes três nomes.
 
O nome mais votado foi o meu, Daniel Kairoz.
 
Não acredito que este nome represente a dança, nem este nem qualquer outro poderia representar a dança. Esta ideia de representação é um absurdo, um-que-fala-no-lugar-de-outro, isso é uma violência à democracia.
 
Me vejo ali no Conselho como uma porta de entrada para toda uma multidão que dança, me vejo como porta-voz. Porta-voz dos movimentos A Dança se Move, Mobilização Dança, Cooperativa De Dança e de todos aqueles que se aproximarem. Preciso de  todos vocês ali comigo! De todas estas outras vozes. Não quero nem posso falar sozinho ali. Agora falo por mim. Serei este meio de comunicação, este habitante dos limites que leva e traz, que faz a ponte (link) entre lugares (sites) e assim pretendo, mercúrio que sou.
 
Para vocês não serei um representante, não posso ser. Porém ali no Conselho serei visto como aquele que os artistas da dança escolheram para falar-em-nome-deles, e só posso estar ali, se vocês estiverem junto comigo. Não falarei em nome de ninguém, mas portarei vossas vozes. Me dedicarei a colocar a dança em articulação com os demais campos do conhecimento humano e do fazer humano – educação, arquitetura, urbanismo, religião, política, filosofia, cinema, etc. Por transitar por diversos campos pressinto que o mínimo que posso fazer ali é este reposicionamento da dança e sua necessária articulação no espaço público (polis).
 
E o que represento? O que significa esta escolha? O que diz este fato?
 
Estamos vivendo um momento de rupturas (e reativamente de forças extremamente reacionárias) e aberturas da temporalidade (e consequentemente de fechamentos). Há uma outra geração redesenhando a paisagem histórica, uma geração a qual eu pertenço. Tudo o que está acontecendo agora no âmbito político é fruto de um momento histórico de convergências de diversas forças que vinham traçando diferentes caminhos e que agora oportunamente ao acaso se encontraram e trouxeram à tona toda uma problemática estrutural que vem fundamentando nossa organização sociopolítica de séculos.
 
Há dois pontos aqui que gostaria de pôr à luz deste texto.
 
Um. Para esta geração que chega, digo. Não podemos continuar re-produzindo esta ideia de estrutura que até então vinha imperando de forma hegemônica, enquanto fundamento, enquanto chão firme sobre o qual erguemos patamares verticais no sentido de “uma inserção desejante de um melhor posicionamento de si” (cito Felipe Ribeiro no filme Exgotamento). Não! Não nos deixemos seduzir pelos cargos de poder. É preciso rompermos com toda esta lógica ressentida cuja finalidade única é “ganhar o seu”, pagar suas contas, se divertir e se calar. Precisamos tirar fora o que ainda há de ressentimento no gesto crítico. Façamos da crítica um motivador à criação de sempre-outros critérios. Critérios condizentes com o contexto presente, que coloquem em crise o presente do contexto no sentido de uma sempre-abertura à geração por vir. Esta geração que agora chega não é o fim, é apenas a abertura para a geração que virá. As gerações estão sempre por vir.
 
Assim.
 
Dois. Precisamos sustentar esta abertura no tempo, não há nada para resolvermos. Não há resolução possível. Não podemos deixar que os movimentos sejam novamente estancados e congestionados. Me pergunto: Como elaborarmos uma coreografia que faça da estrutura uma abertura infinita aos movimentos precisos?
 
O meu nome ter sido o mais votado me soa apenas como um sintoma deste momento. E agora cabe a mim permitir uma articulação dos tempos.
 
Convido através desta carta, a Sofia Cavalcanti e o Sandro Borelli a serem meus conselheiros, a estarem mais próximos de mim nesta Cadeira que não é minha, mas da dança.
 
Eles tem a experiência que não tenho. Anos de dedicação à dança, à construção de um espaço para a dança nesta cidade, e junto com outros artistas, vêm traçando os caminhos políticos de um reposicionamento da dança no contexto de política cultural de São Paulo. Há toda uma experiência que precisa ser continuada, desdobrada e levada ao limite.
 
Convido também todos os artistas da dança que até então se sentiam sem cabimento nas discussões políticas e artísticas da dança, a adentrarem e criarem juntos este espaço. O espaço nunca existe como um a priori, precisamos sempre construí-lo, juntos, caso queiramos evitar toda uma problemática que o sistema de representações instaura (deixo que o outro fale e faça por mim, me isento da responsabilidade, pois já votei, já elegi, já abri mão do meu poder. Porém reclamo que o que está sendo construído não me diz respeito.)
 
Proponho um cronograma de encontros mensais nossos (A Dança se Move, Mobilização Dança, Cooperativa Paulista de Dança, e todos que desejem estar) para discutirmos tudo o que nos for urgente e onde eu possa compartilhar com vocês as reuniões do Conselho. Que já tenhamos de antemão estas datas para nos organizarmos e fazermos deste um espaço poélítico.
 
Por um espaço de invenção a fomentar nossas criações artísticas enquanto gestos políticos no mundo!
 
Se desejamos uma outra-política (pois esta que opera desde há muito não nos cheira bem), se desejamos o que o Fernando Haddad chamou de política com “P” maiúsculo (poderíamos questionar esta maiusculinidade do “P”, mas deixemos para outra ocasião), precisamos dentro da nossa organização conduzir os modos de ação e de discurso a se aventurarem por caminhos desconhecidos. Não como bandeirantes, mas como poetas. Só assim conseguiremos sustentar as aberturas e manter em movimento os fluxos de invenção. Fazendo com que coincida o gesto político e o gesto poético.
 
O poeta enquanto aquele que almeja o impossível. Que dá a ver o invisível, que dá a escutar o inaudível, concatenado com o político, aquele que atua no campo dos possíveis, que atua no espaço público, na polis. Que leva o gesto poético à público. Elaborar uma articulação irresoluta entre o possível e o impossível, sem uma solução final, mas que abra os caminhos à política por vir.
 
Se falam que existe diálogo em São Paulo, se este é o slogan político da atual gestão, façamos desta fala acontecimento, elevemos o diálogo à infinita potência. Dialoguemos ao extremo e transmutemos o diálogo em conversa infinita.
 
Isso em si já é um ato político, ato de uma força avassaladora. Afinal, quem está disposto a uma conversa infinita nestes nossos tempos? Quem está disposto a sustentar o campo dos possíveis aberto sem uma solução final?
 
Quando falo em transmutar diálogo em conversa infinita, proponho este gesto no sentido de desfazer o que há de dialético e dialógico no diálogo. Uma conversa que sustente as diferenças ao invés de re-solvê-las.
 
Um diálogo que articule os mais diversos discursos sem um denominador comum, sem uma unidade, sem uma síntese, mantendo irresolutas suas diferenças, já passou de diálogo, já se projetou no espaço infinito do outro. Se fez conversa infinita.
 
Estas palavras podem soar delíricas, utópicas, insanas e isso não me parece um problema, pois uma conversa infinita é o mínimo que podemos esperar de um Conselho da Cidade de São Paulo e deste momento histórico que estamos vivendo. Menos que isso é nada!
 
Não sei o que será deste Conselho, não sei da força que ele terá. Mas não deixa de ser um espaço proposto pela atual gestão onde podemos gestar gestos, articular pensamentos e ações ali no tête a tête com o poder. E isso pode ser imenso. Só depende do nosso gesto em deixar que isso assim se dê. Cabe a nós, fazer desta abertura uma abertura e sustentá-la como tal.
 
Enquanto um convidado que haviam esquecido de convidar e que por isso chega atrasado na reunião, tentarei me articular com aqueles que participaram das duas primeiras reuniões já acontecidas do Conselho da Cidade e chegar minimamente informado de onde estou entrando, onde estou pisando. O que já foi discutido, elaborado, etc.
 
Ainda ouço demais minha voz nesta carta, mas a partir de agora, desejo que minha voz se faça múltipla e difusa, emaranhada às vossas vozes.
 
Mando notícias. E aguardo respostas com relação às propostas que coloquei aqui.
 
deixo aqui meu e-mail para quem quiser se comunicar diretamente comigo: danielkairoz@gmail.com
 
Seguimos juntos
 
nada de mau se perdeu
nada de bom foi em vão
uma luz ilumina tudo
mas deve haver mais
Arseni Tarkovski

Daniel Kairoz.

 

terça-feira, 19 de março de 2013

12º ENCONTRO - DEVOLUTIVA


No dia 16 de março, de 2013, foi realizado o 12º A DANÇA SE MOVE, na Galeria Olido, com a presença de cerca de 35 profissionais da área.

Foi dada a devolutiva dos encontros com os Secretários de Cultura Municipal, Juca Ferreira, e Estadual, Marcelo Araújo.

Ficou decidido que buscaremos apoio do Exmo. Sr. Secretário, Juca Ferreira, para os três programas construídos pelos artistas e para a ampliação do Programa de Fomento à Dança para a Cidade de São Paulo, em um prazo de até dois anos.

Definiu-se os nomes dos profissionais para exercerem a função de representante da Dança no âmbito Municipal, Estadual e Federal.

Será marcado um encontro, com a maior brevidade possível, com o vereador José Américo para darmos andamento à tramitação e aprovação desses programas na Câmara Municipal de São Paulo.

Discutiu-se a necessidade de buscar apoio junto aos Deputados Estaduais, visando a um encontro com o Secretário de Estado da Cultura com a presença maciça da categoria.

Será pedido retorno da ministra Marta Suplicy sobre as cartas enviadas pela Cooperativa Paulista de Dança (com pedido de isenção do PIS e COFINS) e pelo A dança se move (sobre o Colegiado Setorial de dança).

São Paulo, 16 de março de 2013.

Sandro Borelli - Presidente da Cooperativa Paulista de Dança



domingo, 10 de março de 2013

12º A DANÇA SE MOVE


A COOPERATIVA PAULISTA DE DANÇA CONVIDA TODOS OS PROFISSIONAIS DA DANÇA DO ESTADO DE SÃO PAULO PARA O 12º A DANÇA SE MOVE EM PROL DE UMA POLÍTICA PÚBLICA PARA A DANÇA.

PAUTA:

- Devolutiva sobre o encontro com os secretários de Cultura Juca Ferreira e Marcelo Araújo;

- Devolutiva sobre o encontro com representantes da secretaria de Estado da Cultura para tratar do aprimoramento do PROAC;

- Discutir às próximas ações referentes aos projetos que estão em posse do vereador José Américo;

- Definir estratégia de ação referente ao congelamento da verba da Cultura;

- Definir posição a ser tomada junto à Ministra da Cultura, pela não resposta a nossa carta enviada no final do ano passado.



É IMPORTANTE SUA PARTICIPAÇÃO NESTA DISCUSSÃO, POIS SÃO ASSUNTOS DE ÂMBITO MUNICIPAL, ESTADUAL E FEDERAL.


DIVULGUEM!!!!!!

DIA 16 (SÁBADO) DE MARÇO
HORÁRIO: DAS 13H ÀS 17H
LOCAL: GALERIA OLIDO – SALA AZUL
AV. SÃO JOÃO, 473.

- Movimento Mobilização Dança
- Movimento Mudança – Ribeirão Preto e região
- Movimento Cultura Viva de Santo André

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Devolutiva - 8º “A DANÇA SE MOVE”

No último encontro do 8º “A DANÇA SE MOVE” realizado na CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO no dia 26 DE MAIO.

- Foram apresentados e aprovados em assembleia os projetos/programas: Outras Trajetórias em Dança e Difusão e Circulação. Deverão ser encaminhados ao vereador José Américo para tramitarem na câmara.

- Foi apresentado e aprovado em assembleia o documento que pede mudanças no Proac.

- Ficou es...
tabelecido que será necessário a retomada da discussão sobre a falta de programas decentes para a dança no estado.

- Foi discutido sobre o Colegiado Setorial de Dança e a necessidade de São Paulo ter seus representantes.

- Para os próximos “A Dança se move” serão convidados profissionais que falem sobre "pesquisa em dança" e "gestão pública".

- Ficou decidido que o próximo “A Dança se move” será no dia 23 de junho com horário e local a serem definidos.

Abraço


"A DANÇA SE MOVE"


terça-feira, 1 de maio de 2012

Devolutiva da reunião na Galeria Olido

O Movimento “A dança se move” informa:

Foi realizada, no dia 20 de abril de 2012, uma reunião na Galeria Olido, com representantes da Secretaria Municipal de Cultura da Cidade de São Paulo (SMC/SP) – a Sra. Branca Lopez Ruiz, diretora-geral do DEC (Departamento de Expansão Cultural), Rodrigo Domingues Bueno, diretor de programação (DEC) – e a comissão do “A Dança se Move”. Essa reunião teve como objetivo esclarecer pontos importantes referentes aos procedimentos artísticos e administrativos adotados pela atual gestão do DEC.

1. A comissão perguntou sobre as demandas atuais para a Sala Paissandu:
• Foi informado que há, aproximadamente, 200 propostas de espetáculos habilitados pelo Edital de Ocupação (dança e teatro) para os Teatros Distritais, o CCSP e a Galeria Olido.
• O chamamento para espetáculos dos Teatros Distritais, CCSP e Galeria Olido são feitos pelo DEC, porém não há compromisso, por parte deles, de que esses espetáculos sejam pautados, da mesma forma que eles têm autonomia de pautar os espetáculos que não estejam nessa lista de “aprovados”.
• A seleção dessas propostas é feita por uma comissão de experts definida pela DEC.
• Na hipótese de a Sala Paissandu não estar com programação, eles afirmaram que pode ser por uma falha na programação, e não por falta de demanda dos artistas.
• A Sala Olido também poderá ser pautada para espetáculos de dança no momento em que os corpos artísticos do Theatro Municipal se transferirem para a nova sede, a Praça das Artes.

2. A comissão perguntou sobre os boatos que dizem respeito à extinção da Galeria Olido:
• Os representantes da Galeria Olido afirmaram que não há a menor possibilidade de extinção da Galeria Olido na gestão de Carlos Augusto Calil.

3. A comissão perguntou sobre a característica de programação da Sala Paissandu: Responderam:
• Essa gestão entende a dança em seus diferentes estilos, portanto não se trata de um teatro destinado à dança contemporânea, e vislumbra abranger públicos diversos, sem priorizar modalidades.
• A realização dos editais para espetáculos, bem como para os workshops, faz parte das estratégias da programação.
• Não há interesse dessa gestão em realizar oficinas de continuidade, mas, sim, workshops diversos.

4. A comissão perguntou como se dá a organização das cessões dos espaços públicos (salas e ensaios), bem como seu acompanhamento: Afirmaram que:
• A cessão das salas para ensaios acontecia por solicitação formal, porém detectaram falta de acompanhamento e de controle de frequências.
• A Sra. Branca relatou que existe um decreto que explica como se dá a cessão dos espaços públicos e os valores desses espaços – Decreto nº 52.873.
• O chamamento para as salas de ensaios será repetido, porque agora se percebe que há brechas de horários, assim como horários que não estão sendo cumpridos. Então, esse chamamento não acontecerá apenas uma vez por ano, mas talvez por períodos.
• A Sra. Branca afirmou não estar sabendo sobre a falta de equipamento nas salas de ensaio e no teatro. Ficou de falar com a equipe de produção para tentar resolver o problema.
• Ficou decidido que haverá outra reunião com a programação da Galeria Olido, com o objetivo de rediscutir os horários de utilização das salas de ensaios.

5. A comissão perguntou se a Sala Paissandu seria, exclusivamente, para dança ou se se pensava em abrir para outras linguagens:
• Afirmaram, categoricamente, que é exclusivamente para dança, “todos os tipos de dança”.

6. A comissão perguntou sobre os critérios nas escolhas aos chamamentos para ocupação das salas para espetáculos e criticou a parceria da Galeria Olido com a Cultura Inglesa, que tem abrigado seu festival pelo segundo ano consecutivo:
• A Sra. Branca respondeu que, na maioria das vezes, esse tipo de programação chega a ela por determinação do Secretário de Cultura e que ela não pode fazer nada, a não ser acatar.
• A Sra. Branca afirmou que o Núcleo de Fomento não tem conseguido organizar a mostra dos grupos fomentados, pois têm faltado recursos humanos e técnicos para tal, e ressaltou que, a partir de agora, essa mostra será organizada pela Programação da Olido conjuntamente com o Núcleo de Fomento.
• A mostra acontecerá durante duas semanas, no mês de setembro.

Comissão “A Dança se Move”: Cláudia de Souza, Ana Teixeira, Key Sawao, Ana Bottosso, João Andreazzi, Fernanda Perniciotti e Sandro Borelli.

quinta-feira, 26 de abril de 2012

DEVOLUTIVA DO 7º ENCONTRO “A DANÇA SE MOVE”

No dia 14/04/2012, foi realizado o 7o Encontro “A dança se move”, na Câmara Municipal de São Paulo. O encontro teve início às 13 h e término às 17 h. Foram debatidas as seguintes pautas:

1. Problemas na programação da Galeria Olido;
2. Discussão sobre o PROAC e a sua nova coordenação (Secretaria de Estado da Cultura);
3. As comissões apresentaram os seguintes documentos:
3.1. Carta aos candidatos à Prefeitura de São Paulo.
3.2. Novo programa para a dança em São Paulo.
4. Dificuldades de comunicação entre o movimento “A Dança se Move” e a assessoria do vereador José Américo;
5. Discussão sobre o Colegiado Setorial de Dança;

1. Problemas na programação da Galeria Olido:
· O movimento decidiu propor um encontro com o Secretário Municipal de Cultura, Carlos Augusto Machado Calil, para esclarecimentos sobre o complexo que está sendo construído para abrigar os Corpos Artísticos do Theatro Municipal e para reivindicar que se mantenha o espaço para a dança independente de São Paulo.
· Será proposto um encontro com os responsáveis pela programação da Galeria Olido.
· Foram formadas comissões para discutir e agendar os temas citados composta por: Ana Bottosso, Claudia de Souza, Alda Maria Abreu, João Andreazzi, Fernanda Perniciotti, e um membro representando a Cooperativa Paulista de Dança e o Mobilização Dança.

2. Discussão sobre o PROAC e a sua nova coordenação (Secretaria de Estado da Cultura):
· Elaboração de um documento para ser entregue a um representante oficial da Secretaria de Estado da Cultura;
· Apresentar à Secretaria de Estado da Cultura o projeto “Novos programas para a dança Paulista” aos moldes do apresentado ao vereador José Américo;
· Proposição de mudanças para a próxima edição do PROAC, tais como: transparência da Comissão de Seleção: Quem a compõe?;
· Devolução dos projetos para evitar o acúmulo de papéis e mídias que são jogados no lixo; Interessados em compor a comissão para discutir e agendar os temas citados: Cooperativa Paulista de Dança, Mobilização Dança, Marisa Lambert, Ana Bottosso e Lívia Império de Freitas.

3. As comissões apresentaram:
3.1. Carta aos candidatos à Prefeitura de São Paulo: Leitura da Carta: todos aprovaram.
3.2. Novo programa para a dança “Novos criadores”: Propõe Bolsa Pesquisa para grupos que estão iniciando uma dedicação profissional, a fim de estimular novas experimentações.

4. Discussão sobre o Colegiado Setorial de Dança:
· Marcos Moraes fez uma explicação geral aos presentes sobre o Plano Nacional de Dança, Câmara Setorial de Dança e Colegiado Setorial de Dança.
· Foi falado sobre uma possível indicação de Sandro Borelli, via Cooperativa Paulista de Dança, para ser uma das três pessoas que concorrerão a uma das cadeiras do Colegiado Setorial de Dança.

Ao final do encontro, foram discutidos os seguintes temas:
· Desinteresse das pessoas em participar das comissões.
· Desde a década de 1980, há reflexões sobre os programas para a dança.
· A importância em descobrir, o mais rápido possível, quem são os assessores da campanha do José Serra, Gabriel Chalita, Celso Russomano e Fernando Haddad e outros, para uma possível aproximação.

Estiveram presentes no 7o Encontro “A dança se move”:
Alan Schork, Alda Maria Abreu, Alex Merino, Amaury C. Filho, Ana Botosso, Ana Catarina Vieira, Ana Teixeira, Angela Nolf, Angelo Madureira, Anna Elizabeth Ferreira Bastos, Claudia de Souza, Cristiane Paoli Quito, Eduardo Fukushima, Eliana Ap. Santana, Evinha Sampaio, Fernanda Perniciotti, Fernando Lee, Iara M. Moretti, João Andreazzi, José Maria Carvalho, Julia Cavalcante, Lívia Império de Freitas, Marcos Moraes, Mariana Delgado, Renata Melo, Roberto Gotts, Robson Ferraz, Sheila Ribeiro, Silvia Geraldi, Siva Nunes, Vanessa Macedo, Vera Sala, Wellington Duarte e Sandro Borelli.

Cooperativa Paulista de Dança e Mobilização Dança

domingo, 22 de abril de 2012

Devolutiva - Encontro com o PT

Partido dos Trabalhadores promove reunião com Classe Artística de São Paulo

Artistas exigem postura crítica dos representantes do PT e afirmam que Virada Cultural não é exemplo de políticas culturais
Por Siva Nunes – Cooperativa Paulista de Dança

Na última terça-feira foi realizada reunião na Câmara Municipal de São Paulo com representante do Setorial Municipal de Cultura do Partido dos Trabalhadores, Roni Lima, estiveram presentes alguns artistas da área do teatro, do cinema, integrantes da Cooperativa Paulista de Dança e do Movimento "A dança se move" a fim de discutir políticas públicas para o Estado. Dentre os diversos temas citados, a reivindicação por participação da classe artística no Plano de Governo para Cultura de Fernando Haddad foi imperativo na discussão.

Lima informou que Fomento não seria a única opção a ser tratada, mas que a reunião serviria de diagnóstico para juntar informações para elaborar relatório para a classe artística e Haddad se encontrarem no final de maio próximo. Desde o ano passado, o PT, vem organizando debates com a sociedade civil e artistas para ouvir os problemas e criar um plano de governo que atenda as necessidades de todos, mesmo que isso implique morosidade nas demandas, como foi o caso das 36 Caravanas que por onde passaram ouviram problemas específicos de cada região cujo resultado foi inerte. “Gravei os registros em vídeos e passei para cúpula do partido, mas nem sei onde isso está. Não cabia mais no meu HD” afirma o representante.

Sandro Borelli, presidente da CPD, argumentou que seria necessário reuniões com nichos da classe artística de São Paulo para saber as reais necessidades de cada segmento e finalizou “isso tem que ser prioridade para ele” e salientou que a classe está cansada de ser pautada e chamada somente em épocas eleitorais. Ana Teixeira entregou documento-manifesto para Lima recrutando iniciativas para a área da dança e afirmou “não estamos pedindo mais dinheiro. O que queremos é mais participação. Devemos saber quem são as pessoas envolvidas e se for escolhido um Secretário de Cultura devemos opinar nessa decisão”.

Lima afirmou que será feito um programa chamado Consultas On-Line para estimular artistas a deixarem registrado ideias, críticas e assuntos pertinentes aos trabalhadores de Cultura, mas que ainda não há data definida para lançar na internet. Elaborará um documento com as diferentes exigências dos diversos ramos culturais, mas não há data definida para debatê-lo com todos os envolvidos.

terça-feira, 6 de março de 2012

6º “A DANÇA SE MOVE” - DEVOLUTIVA

Caros companheiros da dança,

Em encontro realizado no último sábado na Funarte/SP pelos artistas e produtores:

1. Debateu-se o documento que propõe mudanças na Lei de Fomento à Dança, entregue ao vereador em julho de 2011, para que a redação do mesmo seja finalizada pelo seu assessor, ainda esta semana, a fim de que seja protocolado na Câmara Municipal de SP, em seguida.

2. Formou-se uma comissão para revisar e aperfeiçoar o novo programa para a dança em São Paulo, também já enviado ao vereador José Américo, em setembro de 2011, a fim de que seja protocolado ainda neste 1º semestre na Câmara Municipal de SP.

3. Formou-se uma comissão para redigir uma carta aos candidatos a Prefeitura de SP, reivindicando uma política pública para a dança.

4. Formou-se uma comissão para redigir uma posição sobre o Governo Federal, que será compartilhada com os companheiros de "A Dança se Move" e depois ser divulgada nacionalmente".

- É IMPORTANTE TODOS FICAREM ATENTOS, POIS ESTÁ SENDO AGENDADO UM ENCONTRO COM FERNANDO HADDAD, CANDIDATO À PREFEITO À CIDADE DE SÃO PAULO.

Estiveram presentes no encontro:

- Alex Merino - Membro do Conselho Fiscal da Cooperativa Paulista de Dança
- Claudia de Souza - Cia Danças
- João Andreazzi - Cia Corpos Nômades
- Ricardo Brito
- Luciana Bortoletto - Avoa - Núcleo Artístico
- Penha Siva - Avoa - Núcleo Artístico
- Ana Catarina
- Angelo Madureira
- Sheila Ribeiro
- Angela Nolf
- Lívia Império
- Marisa Lambert
- Fábio Brasil
- José Maria Carvalho
- Cléia Plácido
- João Carlos F. Silva - Membro do Conselho Administrativo da Cooperativa Paulista de Dança
- Fernanda Azevedo - Cooperativa Paulista de Teatro
- Célia Gouvea
- Beatriz Sano
- Key Sawao
- Eduardo Fukushima
- Nina Wiziack
- Wellington Duarte
- Donizeti Mazonas
- Claudia Palma - Insaio Cia de Arte
- Natália Fernandes
- Jorge Garcia
- Suiá B. Ferlaulo
- Paula Pi
- Pedro Costa - Membro do Conselho Fiscal da Cooperativa Paulista de Dança
- Flora Bitencourt
- Isis Marks
- Crisian Duarte
- Ana Teixeira
- Vanessa Macedo
- Leandro de Souza
- Marcos Moraes
- Solange Borelli
- Lara Dau Vieira
- Fernando Lee
- Fernanda Perniciotti
- Carlos Freitas
- Cristiana Pauli Quito
- Júlia Rocha
- Ana Lacombe
- Renata Xavier
- Marina Hohne - Membro do Conselho Administrativo da Cooperativa Paulista de Dança
- Sandro Borelli - Membro do Conselho Administrativo da Cooperativa Paulista de Dança

Sandro Borelli

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

A CÂMARA MUNICIPAL DE SP RECEBEU A DANÇA

3º Encontro “A Dança de move”

No dia 6 de agosto de 2011 das 9.30h às 17h vários artistas da dança se reuniram na Câmara Municipal de São Paulo para o 3º encontro “A DANÇA SE MOVE”, organizado pela Cooperativa Paulista de Dança e Movimento Mobilização Dança, onde foram apresentados pelas três comissões aos presentes os primeiros esboços dos documentos para novos programas para a dança na cidade de São Paulo. Estiveram presentes: Vanessa Macedo (Cia. Fragmento de Dança), Fernanda Perniciotti (Artes do corpo – PUC), Danielle Greco (Artes do corpo – PUC), Camila Miranda (Artes do corpo – PUC), Vanessa Azar (Artes do corpo – PUC), Thais Pontes (Artes do corpo – PUC), Angelo Madureira, Luiz Anastácio, Patricia Pereira, Pedro Costa, Ana Catarina, Marisa Lambert,Carolina Nicolino,Luis Ferron, Carlos Freitas, Sandro Borelli, Angela Nolf, Helena Katz, Solange Borelli,Lívia Império, Ana Teixeira, Amaury C. Filho, Key Sawao, Marcos Moraes, José M. de Carvalho, Mariana Nunes H, Raymundo Costa, Evinha Sampaio, Ricardo Brito e Beto Madureira.


Os Documentos apresentados e discutidos foram estes:

1. Redação básica geral da proposta de Programa de Circulação.
"A proposta é desenvolver um piloto para um programa de circulação para artistas/companhias/espetáculos paulistanos. Seriam premiados projetos de circulação nacional e internacional, com o objetivo de levar a produção da dança paulistana para outros estados brasileiros e outros países. Os detalhes precisariam ser melhor discutidos. Apontou-se a necessidade de favorecer propostas de cooperação, através de formas de contrapartida local. Optou-se por indicar isto sem contudo impor a necessidade de uma pauta final já no projeto, devido às dificuldades de se conseguir confirmação com a antecedência necessária. A partir da proposta anterior, de pensar um sistema de pontuação segundo um cruzamento de critérios (quantidade de pessoas que viajam + distâncias a serem percorridas), poderia se pensar em valores distintos, pré estabelecidos."
Elaboraram este documento: Marcos Moraes, Sofia Cavalcante, Eliana Cavalcante e Sandro Borelli.


2. Texto do Projeto-Programa para novas pesquisas em Dança.
O Projeto-Programa Novas Direções em Dança visa propor processos colaborativos entre as áreas de produção cultural, crítica, curadoria e criação artística em dança, para pesquisadores de até 3 (três) anos de prática. O projeto busca contemplar as áreas de Criação/Pesquisa, e a de Produção Curadoria Crítica. Os contemplados em Criação/Pesquisa terão a responsabilidade de pelo menos uma mostra processual ao longo do programa. Já os financiados pela área de Produção Curadoria Crítica terão como função conhecer os trabalhos contemplados pelo projeto, e em grupo, desenvolver mostras e eventos que supram as necessidades dos trabalhos de Criação em Dança, em diálogo dessas pesquisas com seus locais de atuação na cidade de São Paulo, assim como a produção de reflexões a partir dos mesmos.
Elaboraram este documento: Fernanda Perniciotti, Danielle Greco, Camila Miranda,Vanessa Azar e Thais Pontes.


3. PROPOSTA DE PROGRAMA PARA GRUPOS OU ARTISTAS COM MAIS DE 15 ANOS DE PESQUISA CONTINUADA NA CIDADE DE SÃO PAULO

* JUSTIFICATIVA
A Dança como uma área do saber, portanto produtora de conhecimento.
Quando se fala em produção de conhecimento, em qualquer área do saber, a “pesquisa” é o principal instrumento para a realização de um trabalho. Sua importância a coloca praticamente como sinônimo de produção do conhecimento. Só a pesquisa é capaz de trazer para a discussão aspectos que norteiam qualquer questão social a ser analisada, compreendida e, consequentemente, transformada, bem como aspectos que incidem sobre ela. Ao admitirmos que a dinâmica da sociedade implica transformações culturais, sociais, econômicas e políticas, é preciso que consideremos o que contribuiu para isso e os efeitos dessas transformações, trazendo-os à tona para que, a partir disso, as ações, ou a atuação em si, estejam em harmonia e comprometidas efetivamente para o desenvolvimento sadio da sociedade. No caso da arte, o artista, na condição de criador, difusor e produtor do conhecimento, é o agente determinante que se posiciona diante dos fatos, da conjuntura do seu meio, tendo a propriedade para buscar e identificar, por meio da pesquisa, a situação em questão. Isso quer dizer que sua ação jamais será neutra no aspecto político. Por isso mesmo, seu trabalho deve ter clareza quanto ao tipo de sociedade que pretende ajudar a construir e ao conjunto de valores a que aspira. Além do aspecto político do trabalho, é preciso que ele esteja comprometido com a ética e com a estética, em sentido mais amplo – é o compromisso com a transformação de sua arte, com a qualidade da produção artística e seu efeito na sociedade. Portanto, o artista da dança cria relações de poder, questiona, desconstrói, reconstrói, desobstrui e interpreta as diferentes dinâmicas da sociedade como instrumento de construção de novas relações, novas identidades e novos conhecimentos, propondo, assim, uma arte comprometida com o seu papel e a produção de conhecimento.

* OBJETIVO
I - Apoiar a manutenção de pesquisa continuada em dança contemporânea de artistas ou grupos com mais de 15 anos de trabalho artístico na cidade de São Paulo de notoriedade e mérito comprovados.
Entende-se por “Pesquisa Continuada em Dança”, na proposta desse programa, o trabalho cotidiano, ao longo do tempo, de artistas que questionam constantemente seu fazer no contexto em que estão inseridos. Esse questionamento é crítico e criativo. A “Pesquisa em Dança” tem caráter processual, portanto não se esgota. Lida-se com o corpo e com o movimento, no tempo e no espaço, tendo por base procedimentos sistemáticos, que são compreendidos, aqui, como a tarefa de construir um vocabulário próprio, um modo de se colocar no mundo. Tais mecanismos são as ferramentas que produzem determinado tipo de assinatura autoral. Construir esse vocabulário demanda muito tempo. Somente os artistas que estão nessa prática constante conseguem tal labor. O artista que se insere nessa plataforma de “Pesquisa Continuada em Dança” é um trabalhador artesanal na sua área e esse trabalho requer engajamento, com a sua prática e com o entorno, que o leva a uma busca intensa e constante por uma arte de qualidade.

* DIRETRIZES
I O programa legitima a dança enquanto produtora de conhecimento;
II O foco está no artista ou grupo, o seu histórico é o que justifica o projeto;
II - Os projetos propostos serão desenvolvidos num prazo mínimo de 3 anos e máximo de 4 anos;
III - O valor destinado será de até 2 milhões (dois milhões de reais) por projeto, sendo o teto de R$ 500.000,00 (quinhentos mil reais) por ano, considerando a coerência com o plano de trabalho apresentado;
III – Serão contemplados 2 (dois) grupos/ artistas por ano.

* PRÉ - REQUISITOS PARA INSCRIÇÃO
I - Para se inscreverem os artistas ou grupos deverão estar sediados e com atividade profissional no município de São Paulo há pelo menos 15 anos.

* CRITÉRIOS DE SELEÇÃO
I - Histórico da pesquisa artística como critério prioritário
II - Clareza e qualidade do projeto apresentado coerentes com a trajetória artística

* COMISSÃO DE SELEÇÃO
A comissão que selecionou os projetos se comprometerá em avaliá-los após o período de um ano. O programa preverá uma verba para a comissão.

* EXIGENCIAS
I - Os ingressos deverão ser gratuitos ou vendidos a preços populares;
II - A manutenção do projeto e o conjunto de ações relacionadas à pesquisa do artista ou grupo deve acontecer na cidade de São Paulo, no entanto, o programa permite ações em outras localidades, no Brasil e no exterior;
III - O projeto deverá obrigatoriamente indicar uma sede estabelecida na cidade de São Paulo para a sua realização;
IV – O projeto deverá obrigatoriamente prever um plano de mídia;
V- O projeto deverá apresentar um plano estratégico para realização das suas ações e sua organização cronológica (as etapas correspondem a um ano ou ao período de término do projeto, a verba é disponibilizada no início de cada etapa e o relatório ao seu fim).

* IMPEDIMENTOS
III - As ações propostas no projeto não podem ter copatrocínio ou serem realizadas concomitantemente com verba de outra instituição ou projeto. No entanto, o artista ou grupo pode realizar outras atividades, temporadas ou circulação, desde que não sejam contadas como contrapartidas deste projeto e, ainda assim, deve constar nas mesmas a logomarca da secretaria na condição de realizadora.
IV - O artista ou grupo não pode concorrer em nenhum outro edital do município enquanto estiver contemplado pelo programa em questão.

Elaboraram este documento: Adriana Grechi, Amauri Cacciacaro, Ana Teixeira, Angela Nolf, Key Sawao, Sandro Borelli, Vanessa Macedo, Vera Sala, Wellington Duarte e José Maria.

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